terça-feira, 13 de abril de 2010

Não Há Aquecimento Global – Há Esfriamento Global

    Todos já conhecem os argumentos. O planeta Terra está passando por um processo de aquecimento global devido ao aumento da concentração de CO2 e gás amônia e, por isso, temos que retirar carbono da atmosfera, por meio de plantio de árvores, evitar o desmatamento,  controlar o gás emitido pelas vacas, etc.

    Começo a perceber, sem a perda do sentimento de indignação por ter sido enganado pelas autoridades políticas e acadêmicas, que tudo isso é um grande engano. Não há aquecimento global, mas sim esfriamento global. A seguir apresento argumentos obtidos do meteorologista Luis Carlos Molion,com  phd em climatologia, cerca de 40 anos de estudos na área de climatologia, com estudos na Inglaterra e Estados Unidos, professor da Universidade Federal de Alagoas.

    Procedo à apresentação e comentário dos argumentos apresentados, obtidos em uma série de videos no Youtube, sem contudo verificar os dados meteorológicos.

   (1) O CO2 não é causa do aquecimento global. De fato, após a guerra houve forte aumento da emissão de CO2 até a década de 70, embora tenha havido um esfriamento neste período. Portanto, aumento de concentração de CO2 não é necessariamente  causa de aquecimento global. CO2 não é o vilão, mas sim gás da vida. Além disso, com o aumento da concentração de CO2, a produtividade agrícola de algumas espécies vegetais comerciais aumenta muito. Novamente fico devendo dados exatos. É muita informação para ser processada, e não posso considerar tudo agora.

   (2) O gás amônia, emitido, dentre outras fontes, pelos bovinos, e por restos de plantações de arroz, não é causa de aquecimento global.  O argumento para reforçar isso é o de que, nos últimos anos, com o aumento do cultivo de arroz  e do rebanhos de bovinos, as concentrações de gás amônia na atmosfera tem-se mantido estáveis. 

    (3) Mensurações de temperatura feitas em zonas urbanas não podem ser genralizadas como tem sido feito.

    (4) Um eventual derretimento do Ártico não causará elevação do nível dos oceanos.  Basta fazer um experimento com água e pedras de gelo em um copo. Com o derretimento do gelo, o nível de água do copo não se eleva.

    (5) Ciclos solares e lunares são muito mais significativos do que os efeitos produzidos pela civilização humana.  E os ciclos solares e lunares são recorrentes.

     (6) A área do mar é aproximadamente 71% da área total do planeta Terra. Medições de temperatura nos oceanos, até uma profudidade de 2000 metros, mostram que as temperaturas estão baixando.

      (7) Temperaturas em quase toda a Antartida estão baixando.

       (8) Elevação recorrente do nível dos oceanos causada pela lua, em processo natural.

       (9) Diminuição da atividade solar, com a consequente diminuição da temperatura no planeta.

       (10) A camada de ozônio depende da atividade solar; quanto mais intensa a atividade solar mais espessa a camada de ozônio.

      (11) Com o esfriamento há uma quantidade mais elevada de chuvas de 30mm ou mais, como ocorreu num período de 20 anos após a segunda guerra no Estado de São Paulo.

domingo, 11 de abril de 2010

Matemática e Estatística na Tomada de Decisões para Melhor Qualidade de Vida

 

   Para aperfeiçoar os serviços disponíveis para as pessoas (cidadãos), faz-se necesário, além de justiça de aplicação de recursos públicos advindos de impostos e outros meios, racionalidade de aplicação de recursos. Para isso é necessário ter-se domínio e controle das  informações pertinentes à Administração Pública, no que a Matemática e a Estatística, esta muito mais importante do que aquela, deve ser utilizada pelos técnicos para o planejamento de coleta de dados, coleta de dados, representação dos dados obtidos, aderência dos dados obtidos a uma distribuição de probabilidade específica (utilização de métodos estatísticos para calcular a proximidade com que os dados obtidos estão próximos de uma distribuição de probabilidade a servir de modelo para os estudos em questão), com análise de média e variância, e inferência estatística, que se apresenta como decisões, testes de hipóteses, análise de correlação, análise de regressão, análise de séries temporais, etc.

   Saber se um dado alimento faz bem para a saúde requer análise de correlação. Saber a qualdade de um lote de algum material requer análise de teste de hipótese. Saber se um dado lote é melhor do que outro requer análise de variância e de média. Estudar o comportamento do preço de um dado produto requer análise de séries temporais. Saber se uma dada espécie animal ou vegetal está ou não ameaçada de extinção requer um conjunto de estudos estatísticos, além das técnicas utilizadas em Ciências Naturais, dentre eles, estudos de variância de disperção em um dado teritório, análise de média e variância de peso dos espécimens, análise de série temporal do número de espécimens observados em dada região, etc.

   A lista de problemas que requerem o uso de métodos matemáticos e estatísticos é muito longa e contém elementos que permeiam quase todas as situações da vida cotidiana,  do mundo da Ciência Aplicada, do Estado e da Administração Pública.

sábado, 10 de abril de 2010

A Crescente Influência de Métodos Matemáticos no Estado e na Empresa

    Estados, empresas, universidades e entidades públicas e privadas de todo o mundo estão a recorrer cada vez mais a métodos estatísticos para planejamento, controle, compliance e tomada de decisões. Esta tendência não é nova. Desde tempos remotos fez-se necessário a organização de dados para a tomada de decisões. Mas, desde o aparecimento da Estatística como ciência, e com outros métodos matemáticos de cálculo, e com seu desenvolvimento, vem-se progressivamente utilizando métodos cada vez mais sofisticados.

     Por métodos matemáticos, entenda-se principalmente métodos estatísticos: de coleta, organização e apresentação  de dados, teoria de amostragem,  teoria de probabilidade, e inferência estatística.  Inferência estatística é a parte da Estatística responsável pelas conclusões, testes de hipóteses, decisões, teste de aderência de dados à um tipo de distribuição, testes de variância, correlação, regressão, etc. 

    Exemplo:  O Ministério da Saúde decide combater um tipo de gripe recentemente descoberto. Precisa saber para decidir que medidas tomar:

          1)  Quantas pessoas são suscetíveis à gripe;

          2) Onde estão essas pessoas;

          3) Qual a probabilidade de cura de uma pessoa;

          4) Quanto custa um lote de vacinas;

          5) De onde vem os recursos para a compra de vacinas;

          6) Efeitos colaterais e suas probabilidades;

            etc.

    Exemplo: Uma empresa quer lançar um produto alimentício para melhorar a saúde de uma população. A empresa precisa saber:

          1) Que sabor agrada mais as pessoas;

           2) Quantidade que uma pessoa injere por vez;

           3) Quanto as pessoas estão dispostas a pagar por tal produto;

           4) Que benefícios traz para a saúde;

           5) Quanto custa produzir tal produto;

           6) Que quantidade produzir para obter mais lucro,

           etc.